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03/04/2018

Você Sabia ? Ler – Lesão do esforço repetitivo

Resultante de um desequilíbrio entre as exigências das tarefas realizadas no trabalho e as capacidades funcionais
individuais para responder a essas exigências. Ocasionando distúrbios musculoesqueléticos que abrangem uma gama de doenças inflamatórias e degenerativas do aparelho locomotor.

Entre elas: Inflamação dos tendões, Mialgias(DOR) nos músculos e Degenerações da coluna.

Fatores de Risco para LER podem ser:

BIOMECANICOS(repetitividade, esforço, Postura, Gestos); PSICOSSOCIAIS(Insatisfação, percepção negativa do trabalho)
Sabe-se, que os fatores de risco físicos podem ser atenuados quando ocorre a diminuição da amplitude, da frequência e da duração da exposição que contribui para reduzir a incidência e a gravidade da doença (VIIKARI-JUNTURA et SILVERSTEIN, 1999).

Porém o fator tempo é uma noção chave para se compreender a chance de o fator de risco desencadear o efeito indesejável, e pode ser explicada pela ausência da pausa necessária a fim de que a fibra muscular retorne ao seu estado inicial de repouso necessário para a adequada reperfusão sangüínea do tecido muscular.

A resposta inflamatória e degenerativa das células dos tecidos moles é reação às agressões ou pressões externas.
A biomecânica estuda as pressões exercidas sobre os tecidos moles e observa, em seguida, a(s) reações destes tecidos. Geralmente, estas reações são de natureza mecânica cuja expressão pode ser variações do comprimento, do volume, ou rupturas das fibras musculares. Os fatores psicossociais são riscos para a saúde originados na organização do trabalho, classificados em dois tipos: (1) fatores ambientais – (satisfação no trabalho, suporte, responsabilidade, controle do trabalhador sobre a tarefa, clima organizacional); (2)fator clínico – nervosismo.

As associações entre fatores psicológicos e LER aparecem mais fortes para a região do pescoço e ombros do que para mãos e punhos. As evidências conduzem à idéia de que fatores psicossociais podem explicar uma maior contração da musculatura do pescoço e dos ombros (BONGERS et al., 2002). O sistema musculoesquelético mantém sua função até que seja alcançado algum limite de fadiga. Continuação nos comentários…
siergy@clarissepalladino @lidianneataide @jullyane_bry mundodafisioterapia(…) Com a duração da exposição, o sistema iniciará uma resposta inflamatória, cujo principal componente, a dor, pode prevenir a ocorrência de mais lesão, causando uma atitude protetora e uso limitado da estrutura lesada, o colapso temporário traduzido pelo processo inflamatório pode evoluir para um fenômeno degenerativo das estruturas musculoesqueléticas (GROSS et al., 2000).

Leonardo Emery – FISIOTERAPEUTA-

Pós Graduado em Traumato-Ortop.e Esportiva

Pós Graduado em Coluna Vertebra
Referências: ASSUNÇÃO, A.A; VILELA, L, V,O. Lesões por esforço repetitivo. Belo Horizonte: 2009.